domingo, 24 de abril de 2016

PRIVATIZAÇÃO = DESTRUIÇÃO

Compartilhando matéria do Cooreio de Corumbá.

Dilson Fonseca || Correio de Corumba
Inicialmente vamos fazer um histórico sobre o processo de privatização da RFFSA implementado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, o FHC. E que resultou.
A REDE FERROVIÁRIA FEDERAL SOCIEDADE ANÔNIMA - RFFSA - era uma sociedade de economia mista integrante da Administração Indireta do Governo Federal, vinculada funcionalmente ao Ministério dos Transportes.
RFFSA foi criada mediante autorização da Lei nº 3.115, de 16 de março de 1957, pela consolidação de 18 ferrovias regionais, com o objetivo principal de promover e gerir os interesses da União no setor de transportes ferroviários. Durante 40 anos prestou serviços de transporte ferroviário, atendendo diretamente a 19 unidades da Federação, em quatro das cinco grandes regiões do País, operando uma malha que, em 1996, compreendia cerca de 22 mil quilômetros de linhas (73% do total nacional).
Em 1992, a RFFSA foi incluída no Programa Nacional de Desestatização, ensejando estudos, promovidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES, que recomendaram a transferência para o setor privado dos serviços de transporte ferroviário de carga. Essa transferência foi efetivada no período 1996/1998, de acordo com o modelo que estabeleceu a segmentação do sistema ferroviário em seis malhas regionais, sua concessão pela União por 30 anos, mediante licitação, e o arrendamento, por igual prazo, dos ativos operacionais da RFFSA aos novos concessionários, Em 1998, houve a incorporação da Ferrovia Paulista S.A. - FEPASA à RFFSA, ao que se seguiu, em dezembro desse ano, a privatização daquela malha.



sexta-feira, 8 de abril de 2016

5ª Exposição Memória do Ferroviário de Rio Claro


Convidamos Vossa Senhoria e familiares a visitar a 5ª Exposição Memória do Ferroviário de Rio Claro - SP, a ser realizada nos próximos dias 21 a 24 de Abril, em comemoração à Semana e Dia do Ferroviário (30 de Abril). Diversas atrações estão já programadas para serem realizadas, e outras poderão ser acrescentadas.

Dentre as atrações programadas, está a abertura da exposição permanente da ABPF Núcleo Rio Claro no antigo túnel para pedestres da Avenida 8 sob a ferrovia, a ser realizada nos dias 21 a 23 das 09 às 16 horas, e no dia 24 das 12 às 16 horas.

Também será realizada a tradicional Missa do Ferroviário, no dia 24 de Abril às 10:30 horas, na antiga estação ferroviária, Rua 1, 1100, Centro. No mesmo dia e local ocorrerão a apresentação da Banda União dos Artistas Ferroviários, Grêmio dos Seresteiros de Rio Claro, e Feira de Artesanatos.

A 5ª Exposição Memória do Ferroviário é organizada pela ABPF Núcleo Regional Rio Claro, União dos Ferroviários Aposentados - UFA, Grêmio Recreativo dos Empregados da Companhia Paulista, Secretaria de Turismo e Cultura de Rio Claro, com apoio da Câmara Municipal de Rio Claro, Loja Matteco Materiais de Construção, e Rumo/ALL.

Confira a programação completa no folder do evento abaixo ou no endereço oficial do mesmo no facebook, https://www.facebook.com/events/962433613853908/ 


sábado, 2 de abril de 2016

UMA ESTAÇÃO DE TREM ABERTA PARA ATENDER UMA PASSAGEIRA

No Japão, uma operadora de comboios manteve-por três anos-aberta uma estação ao perceber que o serviço era usado cada dia por kana harada, estudante do ensino médio, e até mesmo ajustou o horário do comboio ao da rapariga. Uma decisão como esta não é rentável para qualquer companhia, os custos foram abrangidos pelo governo, já que no Japão a educação é uma prioridade. 
Kana formou-se em 2016.


No seguinte link um relato completo




terça-feira, 29 de março de 2016

ESTAÇÃO ENGENHEIRO SEBASTIÃO GUALBERTO


A ESTAÇÃO: Originalmente Engenheiro Sebastião Gualberto, foi aberta em 1934 no local da antiga Quinta Parada. Foi por anos uma estação provisória. Somente em 1958 é que se construiu o prédio atual, com as bilheterias, quando se inaugurou a segunda linha na variante de Poá. É logo após Gualberto que sai a linha dessa variante. Nos anos 1970, era para ser desativada em favor de uma estação chamada Zilda, que acabou não sendo finalmente construída. Por algum tempo, mais próximo de seu fim, foi também conhecida como Sexta Parada. Portanto, há uma confusão entre as duas paradas. A Quinta Parada mais recente teria existido onde em 1982 se construiu a estação do metrôTatuapé, e que também atende em outra plataforma a linha atual da CPTM. A estação tinha um acesso horroroso, de madeira, mal cuidado, um verdadeiro desrespeito ao usuário. Em 1994, passou a atender à CPTM. A passagem por ali era obrigatória: subia-se a escada, vindo da calçada, e no alto, no acesso acima citado, comprava-se o bilhete.
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Trem...

e nossa imaginação viaja com ele nas paisagens ; e a emoção de sentir  o mundo correr sobre os trilhos. 
Nos anos de 1980,pude fazer uma viagem de Bauru (SP) até Corumbá (MS) e de lá seguir em direção a Santa Cruz de la Sierra, já em território boliviano a bordo do conhecido "Trem da morte".
Hoje, o "Trem do Pantanal voltou", mais bonito e confortável para a alegria de muitos, recuperando um pouco da história das ferrovias em nosso país. 
Abaixo, compartilho um link com a música "Trem do Pantanal",de Almir Sater e Paulinho Simões em um vídeo que faz parte de nosso projeto "Música sobre trilhos".






segunda-feira, 27 de julho de 2015

DEZ VIAGENS DE TREM QUE VALEM A PENA

INFORMAÇÕES SOBRE ROTEIROS TURÍSTICOS DENTRO E FORA DO BRASIL.





fonte: http://viagem.uol.com.br/album/2015/07/26/dez-viagens-de-trem-que-valem-a-pena-no-brasil-e-no-exterior.htm?abrefoto=5#fotoNav=4

sábado, 20 de junho de 2015

ESTAÇÃO DE TREM DE CAMPO GRANDE - BREVE HISTÓRICO


A estação em 2008. Foto Anderson

E. F. Dom Pedro II (1878-1890)
E. F. Central do Brasil (1890-1975)
RFFSA (1975-1996)
Supervias (1996-2009)

Ramal de Mangaratiba - km 41,621 (1928)RJ-1552
Inauguração: 02.12.1878
Uso atual: estação de trens metropolitanoscom trilhos
Data de construção do prédio atual: n/d
HISTORICO DA LINHA: O ramal de Angra, posteriormente chamado de ramal de Mangaratiba, foi inaugurado em 1878, partindo da estação de Sapopemba (Deodoro) até o distante subúrbio de Santa Cruz. Somente foi prolongado em 1911 até Itaguaí, e em 1914 chegou a Mangaratiba, de onde deveria ser prolongado até alcançar Angra dos Reis, onde, em 1928, a E. F. Oeste de Minas havia atingido com sua linha vinda de Barra Mansa. Tal nunca aconteceu, e o ramal, com trechos belíssimos ao longo da praia, muito próximo ao mar, transportou passageiros em toda a sua extensão até por volta de 1982, quando foi desativado. Antes disso, em 1973, uma variante construída pela RFFSA e que partia de um ponto próximo à estação de Japeri, na Linha do Centro, permitia que trens com minério alcançassem o porto de Guaíba, próximo a Mangaratiba, encontrando o velho ramal na altura da parada Brisamar. A variante, entretanto, deixava de coincidir com o ramal na altura da ponta de Santo Antonio, onde desviava para o porto; com isso, em 30/06/1983, o trecho original entre esse local e Mangaratiba foi erradicado e os trens passaram a circular somente entre Deodoro e Santa Cruz, de onde voltavam. Hoje, esse trecho ainda é usado pelos trens de subúrbio, o trecho entre Santa Cruz e Brisamar está abandonado e o restante, Brisamar-porto, é utilizado pelos trens de minério apenas.

A ESTAÇÃO: A estação de Campo Grande foi aberta em 1878 ainda pela E. F. Dom Pedro II. Este bairro carioca é bastante antigo e de sua estação, em 1928, saíam três linhas de bondes elétricos: o do Prata, a da Ilha e a da Pedra, que levava pescadores para a Pedra de Sepetiba. Hoje a estação serve aos trens metropolitanos da Supervias. Os bondes, claro, desapareceram há anos... anos demais.

(Fontes: Claudio Marinho Falcão; Anderson --, 2008; Alexandre Fernandes Costa, 2004; IBGE: Enciclopedia dos Municípios Brasileiros, 1958; Max Vasconcellos: Vias Brasileiras de Communicação, 1928; Mapa - acervo R. M. Giesbrecht)



 A estação provavelmente anos 1930. Acervo Claudio Marinho Falcão



   A estação em meados dos anos 1950. Foto da Enciclopedia dos Municípios Brasileiros, vol. VI, IBGE, 1958





Todas as informações desta página foram transcritas do seguinte site:

http://www.estacoesferroviarias.com.br/efcb_rj_mangaratiba/campo.htm