Uma reportagem muito interessante fala a respeito da segunda linha de passageiros de longa distância entre os estados de Minas e Espírito Santo.
Para os mais jovens, algo inusitado e para os mais velhos a tristeza de saber que esse já foi um meio eficaz de transporte em todo o Brasil.
Para ver a reportagem, assista o video:
http://www.youtube.com/watch?v=ED-40wmD10o&feature=related
segunda-feira, 25 de maio de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Lula anuncia pacote de obras que inclui a Ferrovia Norte-Sul
Fonte: O ESTADO DO MARANHÃOPublicada em: 4 de janeiro de 2006
Bancos e fundos de pensão investirão nas áreas de energia e transportesBRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja fazer em 2006 mais em obras de infra-estrutura nas áreas de energia, rodovias e ferrovias do que nos seus três primeiros anos de governo, conforme anúncio feito ontem pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Com dinheiro de bancos estatais e fundos de pensão, o governo pretende montar seu portfólio de obras. Já em março realizará a licitação para vender o ramal norte da Ferrovia Norte-Sul, que vai de Palmas, em Tocantins, a Açailândia, no Maranhão, de 720 quilômetros. Iniciada no governo José Sarney, a Ferrovia Norte-Sul é considerada estratégica pelo governo. Por isso, em 2006 o presidente Lula pretende levar a obra, que hoje tem 215 quilômetros, entre Açailândia e Aguiarnópolis, no Maranhão, até Araguaína, no norte de Tocantins. No ano que vem, alcançará o fim do ramal norte, que fica em Palmas. A intenção do governo é vender a concessão para o serviço privado com lucro de U$ 200 milhões (cerca de R$ 500 milhões). Com esse dinheiro, segundo Dilma Rousseff, o governo poderá fazer o ramal sul, que vai de Anápolis, em Goiás, até Palmas. Depois, o venderá para outro consórcio. Para a ministra, a importância da retomada da construção da ferrovia, que custará aos cofres do governo R$ 140 milhões, tem o objetivo de “integrar o chamado interior continental do país, que não tem infra-estrutura”.Em abril, o governo Lula abrirá a concessão para 3.059 quilômetros de oito rodovias no Sul e Sudeste, entre elas a Regis Bittencourt e a Fernão Dias. E, em maio, ofertará à iniciativa privada seis hidrelétricas, que vão gerar cerca de 5 mil megawatts - quase meia Itaipu, cuja potência é de cerca de 12 mil megawatts.InvestimentosO contra-ataque do governo foi anunciado ontem pela ministra Dilma Rousseff logo depois de uma reunião com o presidente Lula e com os ministros e técnicos da área de infra-estrutura, com o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Guido Mantega, e com os presidentes dos três maiores fundos de pensão, que juntos têm investimentos e aplicações financeiras de mais de R$ 110 bilhões - Previ, Funcef e Petros. Os fundos podem entrar como sócios das empresas que comprarem as concessões. Eles já têm investimentos na área de infra-estrutura.Somente as duas hidrelétricas planejadas para o Rio Madeira, em Rondônia - Jirau e Santo Antônio -, custarão cerca de R$ 20 bilhões. Juntas, terão capacidade para gerar 4,24 mil megawatts. “Temos energia garantida para até 2010 caso o país cresça cerca de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) ao ano”, disse Dilma Rousseff. Cada uma terá 44 turbinas, que poderão ser montadas em fases diferentes. Ela disse que possivelmente será aberta uma fábrica de turbinas na Região Norte para atender às duas hidrelétricas. “Portanto, para termos energia nova em 2011, precisamos começar a construir as novas hidrelétricas já em novembro”, afirmou a ministra. O financiamento para a construção das hidrelétricas, junto com outras quatro, no Sul e Sudeste (com capacidade para 752,1 megawatts), será feito pelo BNDES. As duas hidrelétricas de Rondônia terão também eclusas, porque o governo quer perenizar a navegabilidade do rio Madeira. Tapa-buracosA ministra da Casa Civil reafirmou também o início das obras emergenciais de tapa-buracos das rodovias para a próxima segunda-feira e acusou o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de não ter feito planejamento para nada. “Recebemos 36 mil quilômetros de estradas sucateadas. o país tinha uma taxa cambial de US$ 1 para R$ 4, a inflação estava em 12% e com expectativa de aumento muito maior em 2003”, disse ela. “Havia também um apagão na área do planejamento de rodovias, para a qual não encontramos nenhum projeto”, afirmou Dilma. “O mesmo aconteceu com a área de hidrelétricas”. Dilma Rousseff afirmou que é preciso planejamento na infra-estrutura, porque todas as obras de estradas, ferrovias e hidrelétricas necessitam de tempo para a licença ambiental, para a preparação dos editais de concessão e para o exame prévio do Tribunal de Contas da União (TCU). “Como não havia planejamento, tivemos de fazê-lo”, disse ela. “Temos de construir muito mais estradas porque só as que temos não são suficientes”.
Fonte:
http://www.famem.org.br/Pagina3389.htm
Bancos e fundos de pensão investirão nas áreas de energia e transportesBRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja fazer em 2006 mais em obras de infra-estrutura nas áreas de energia, rodovias e ferrovias do que nos seus três primeiros anos de governo, conforme anúncio feito ontem pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Com dinheiro de bancos estatais e fundos de pensão, o governo pretende montar seu portfólio de obras. Já em março realizará a licitação para vender o ramal norte da Ferrovia Norte-Sul, que vai de Palmas, em Tocantins, a Açailândia, no Maranhão, de 720 quilômetros. Iniciada no governo José Sarney, a Ferrovia Norte-Sul é considerada estratégica pelo governo. Por isso, em 2006 o presidente Lula pretende levar a obra, que hoje tem 215 quilômetros, entre Açailândia e Aguiarnópolis, no Maranhão, até Araguaína, no norte de Tocantins. No ano que vem, alcançará o fim do ramal norte, que fica em Palmas. A intenção do governo é vender a concessão para o serviço privado com lucro de U$ 200 milhões (cerca de R$ 500 milhões). Com esse dinheiro, segundo Dilma Rousseff, o governo poderá fazer o ramal sul, que vai de Anápolis, em Goiás, até Palmas. Depois, o venderá para outro consórcio. Para a ministra, a importância da retomada da construção da ferrovia, que custará aos cofres do governo R$ 140 milhões, tem o objetivo de “integrar o chamado interior continental do país, que não tem infra-estrutura”.Em abril, o governo Lula abrirá a concessão para 3.059 quilômetros de oito rodovias no Sul e Sudeste, entre elas a Regis Bittencourt e a Fernão Dias. E, em maio, ofertará à iniciativa privada seis hidrelétricas, que vão gerar cerca de 5 mil megawatts - quase meia Itaipu, cuja potência é de cerca de 12 mil megawatts.InvestimentosO contra-ataque do governo foi anunciado ontem pela ministra Dilma Rousseff logo depois de uma reunião com o presidente Lula e com os ministros e técnicos da área de infra-estrutura, com o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Guido Mantega, e com os presidentes dos três maiores fundos de pensão, que juntos têm investimentos e aplicações financeiras de mais de R$ 110 bilhões - Previ, Funcef e Petros. Os fundos podem entrar como sócios das empresas que comprarem as concessões. Eles já têm investimentos na área de infra-estrutura.Somente as duas hidrelétricas planejadas para o Rio Madeira, em Rondônia - Jirau e Santo Antônio -, custarão cerca de R$ 20 bilhões. Juntas, terão capacidade para gerar 4,24 mil megawatts. “Temos energia garantida para até 2010 caso o país cresça cerca de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) ao ano”, disse Dilma Rousseff. Cada uma terá 44 turbinas, que poderão ser montadas em fases diferentes. Ela disse que possivelmente será aberta uma fábrica de turbinas na Região Norte para atender às duas hidrelétricas. “Portanto, para termos energia nova em 2011, precisamos começar a construir as novas hidrelétricas já em novembro”, afirmou a ministra. O financiamento para a construção das hidrelétricas, junto com outras quatro, no Sul e Sudeste (com capacidade para 752,1 megawatts), será feito pelo BNDES. As duas hidrelétricas de Rondônia terão também eclusas, porque o governo quer perenizar a navegabilidade do rio Madeira. Tapa-buracosA ministra da Casa Civil reafirmou também o início das obras emergenciais de tapa-buracos das rodovias para a próxima segunda-feira e acusou o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de não ter feito planejamento para nada. “Recebemos 36 mil quilômetros de estradas sucateadas. o país tinha uma taxa cambial de US$ 1 para R$ 4, a inflação estava em 12% e com expectativa de aumento muito maior em 2003”, disse ela. “Havia também um apagão na área do planejamento de rodovias, para a qual não encontramos nenhum projeto”, afirmou Dilma. “O mesmo aconteceu com a área de hidrelétricas”. Dilma Rousseff afirmou que é preciso planejamento na infra-estrutura, porque todas as obras de estradas, ferrovias e hidrelétricas necessitam de tempo para a licença ambiental, para a preparação dos editais de concessão e para o exame prévio do Tribunal de Contas da União (TCU). “Como não havia planejamento, tivemos de fazê-lo”, disse ela. “Temos de construir muito mais estradas porque só as que temos não são suficientes”.
Fonte:
http://www.famem.org.br/Pagina3389.htm
terça-feira, 19 de maio de 2009
Álbum de Fotografias das Ferrovias Brasileiras

E.F. BRASIL
English Version
O objetivo deste site é compilar fotos de todas as ferrovias brasileiras. Ainda há muitas delas faltando, mas temos a esperança de que teremos tempo suficiente para colocá-las todas aqui! Muitas fotos e informações aqui presentes foram gentilmente oferecidas por diversas pessoas desde a inauguração destas páginas, em setembro de 1998. Agora a maior parte deste site é o resultado do esforço coletivo feito por diversos fãs ferroviários dedicados, tais como Ricardo Frontera, Cid José Beraldo, Marcello Tálamo, Hermes Yoiti Hinuy, Alberto Henrique Del Bianco, César Sacco, Nílson Rodrigues, Sérgio Romano, Antonio Carlos Belviso, Vilson Santoni, Sérgio Mártire, Antonio Soukef, João Baptista Lago, Paulo Sotelo Calvo, Kelso Médici, Alexandre Santurian, José Agenor Siqueira Ferreira, Paulo César Bonaldo, J. Oscar, Carlos Alberto Rollo, Pedro Paulo Resende, Geraldo Azevedo, Fábio Dardes, Alex Elias Ibrahim, Paulo Cury, Manuel Gamallo, Luiz Carlos Miranda, Ricardo Pinto da Rocha, Hélder Ribas, Carlos Roberto Brandão, Édson Salvador Castro, Luís Carlos Bellotto, Nílton José Gallo, Aldo Campos, Marcos Brandão, Stênio de Andrade Gimenez, André Carrijo Galesso, Eduardo Prevedello Bento, Lourenço Senne Paz, Rafael Correa, Sérgio Doricci, Gustavo Henrique Ferreira Moreira, Fernando Schimidt, Francisco R. Cavalcanti, Fernando Picarelli Martins, Elly Roberto de Oliveira Jr., Júlio Cézar de Paiva, Hélio Gazetta, Daniel Costa, José Henrique Bellório, Carlos Francisco de Paula, Ronan Pereira Amaral, Kenzo Sasaoka, Marco Antonio Giffoni, Guido Sarin Jr., Ralph Giesbrecht, Paulo Godoy, Wilson de Santis Jr., Laércio Ferreira de Oliveira, Horst Wolff, Ademir Conicelli, Marco Aurélio Gonçalves, Paulo Sérgio Vieira Filho, Jorge Alves Ferreira Jr., José David de Castro, Charles de Freitas, Marcos Zeituni, Christian Duch, Carlos Latuff, Marcus Vinícius Pastorin Costa Rego, Leandro D. Todaro, Kléber Henrique, Kléber Freitas, Rogério Cordeiro, Fábio R. Gatto, Q. Camargo, Luiz Faria de Carvalho, Dr. Gustavo Adolpho de Souza Murgel, Nicholas Burman, Gilmar Issa Gallo, Alexandre Saraiva, Christopher, Wanderley Duck, Domingos Antonio Soares da Cruz, Marcello Galativicis, Tasso Rosa Campos e Wilson Piragis, Octávio Bertacin, Marcos Roberto Soares da Silva, Amaurí Cascapera e Sérgio A. Ciccone, do Brasil; Maurício Torres, Allen Morrison, Art Merril, Rory O'Connor, Vance Bass, Steve Palmano, Rev. Thomas J. Connellan e Deane Motis, dos E.U.A.; Lionel Sharpe, Mike Jackson e Nick Lawford, da Inglaterra; Raymond Marsh e James Brook, da Austrália; Rudi Heinisch, da Alemanha; Javier Fraile, da Espanha; António Manuel Pires Antunes, de Portugal; Sérgio Leonardo Barral, da Argentina; e Eljas Pölhö, da Suécia. Seu trabalho como co-autores destas páginas sem dúvida representa uma grande contribuição à memória ferroviária brasileira!
Também precisamos externar nossos profundos agradecimentos a David Parsons, um grande fã ferroviário americano que está proporcionando hospedagem gratuita a este site! Este pedaço da memória das ferrovias brasileiras só existe ainda graças a seu enorme auxílio.
Se você tiver fotos ou vídeos de qualquer ferrovia brasileira, por favor mande-me um E-Mail... Basta clicar aqui e escrever!
As inclusões e alterações efetuadas neste site estão registradas na Página de Atualizações. Por favor, visite-a com regularidade para saber das novidades! Ou, se desejar, você pode ser avisado automaticamente, por E-Mail, toda vez que o site for atualizado. Basta assinar a lista EFB_Update, mandando uma mensagem em branco para o endereço EFB_Update-subscribe@yahoogroups.com!
Se você quer receber e compartilhar informações e fotos sobre as ferrovias brasileiras, então conheça a E.F. Brasil, a primeira comunidade virtual de fãs ferroviários brasileiros!
Fonte
http://www.tsfr.org/~efbrazil/index_p.html
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Também precisamos externar nossos profundos agradecimentos a David Parsons, um grande fã ferroviário americano que está proporcionando hospedagem gratuita a este site! Este pedaço da memória das ferrovias brasileiras só existe ainda graças a seu enorme auxílio.
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Fonte
http://www.tsfr.org/~efbrazil/index_p.html
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Extremoz recepciona “Projeto Cultura no Trem”
/03/2009
DivulgaçãoPor iniciativa do prefeito Klauss Rêgo a Prefeitura Municipal de Extremoz recepcionará o projeto ‘Cultura no Trem’, da Companhia Brasileira de Trem Urbano (CBTU) com várias atrações culturais da cidade neste sábado, 29, durante a parada do trem, que parte de Natal para Extremoz por volta das 9h30, após o início das atividades, que começam às 8h.De acordo com a diretora da Fundação de Cultura do Município de Extremoz, Valdelêda Medeiros, “durante o percurso a bagagem do trem é recheada de artistas da terra e culturas locais, tais como a venda do grude, sarau de poesias, literatura de cordel, entre outras atrações”, disse. “Essa será a segunda edição do ano de 2009 e a parada na estação de Extremoz contará com uma programação diversificada, com apresentações de grupos locais e barracas com comidas típicas e artesanatos da região”, completou Valdelêda Medeiros.O prefeito Klauss Rêgo considera o projeto muito importante porque divulga as potencialidades culturais e turísticas de Extremoz. “No mês de fevereiro, no dia 28, quando o projeto completou um ano, participei da viagem com toda a minha família. Levei minha esposa, meus filhos e minha mãe e todos gostaram muito da animada viagem e das atrações que preparamos para receber o ‘Trem da Cultura’. Sábado estarei indo novamente”, confirmou Klauss. O projeto foi criado pela CBTU, Superintendência de Trens Urbanos de Natal e da Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do Rio Grande do Norte. Ele ocorre todo último sábado de cada mês, e custa apenas R$ 0,50 referente à passagem.
Fonte
http://www.natalpress.com/index.php?Fa=mat.inf&MAT_ID=23806&EDI_ID=7
DivulgaçãoPor iniciativa do prefeito Klauss Rêgo a Prefeitura Municipal de Extremoz recepcionará o projeto ‘Cultura no Trem’, da Companhia Brasileira de Trem Urbano (CBTU) com várias atrações culturais da cidade neste sábado, 29, durante a parada do trem, que parte de Natal para Extremoz por volta das 9h30, após o início das atividades, que começam às 8h.De acordo com a diretora da Fundação de Cultura do Município de Extremoz, Valdelêda Medeiros, “durante o percurso a bagagem do trem é recheada de artistas da terra e culturas locais, tais como a venda do grude, sarau de poesias, literatura de cordel, entre outras atrações”, disse. “Essa será a segunda edição do ano de 2009 e a parada na estação de Extremoz contará com uma programação diversificada, com apresentações de grupos locais e barracas com comidas típicas e artesanatos da região”, completou Valdelêda Medeiros.O prefeito Klauss Rêgo considera o projeto muito importante porque divulga as potencialidades culturais e turísticas de Extremoz. “No mês de fevereiro, no dia 28, quando o projeto completou um ano, participei da viagem com toda a minha família. Levei minha esposa, meus filhos e minha mãe e todos gostaram muito da animada viagem e das atrações que preparamos para receber o ‘Trem da Cultura’. Sábado estarei indo novamente”, confirmou Klauss. O projeto foi criado pela CBTU, Superintendência de Trens Urbanos de Natal e da Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do Rio Grande do Norte. Ele ocorre todo último sábado de cada mês, e custa apenas R$ 0,50 referente à passagem.
Fonte
http://www.natalpress.com/index.php?Fa=mat.inf&MAT_ID=23806&EDI_ID=7
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Ministro da Cultura destaca importância do Trem do Pantanal
28/04/09
O ministro da Cultura, João Luiz Silva Ferreira (Juca Ferreira), destacou hoje durante visita a Campo Grande a importância da implantação do Trem do Pantanal.
Segundo o ministro, é fundamental investir no transporte sobre trilhos, principalmente com a crise energética e ambiental que os países tem enfrentado. "O trem é ecologicamente viável", afirmou.
Juca Ferreira lembrou que houve aumento considerável do transporte sobre rodas durante o governo de Juscelino Kubitschek. Mas, garantiu que o presidente Lula está 'disposto e empenhado' em fazer um equilíbrio entre os meios de transporte, e trabalhar com formas alternativas.
Nesse sentido, ele afirmou que o trem é uma solução mais barata que os outros meios de transporte. "Somente o investimento inicial é caro". E ressaltou também sua eficiência no turismo, para o transporte de mercadorias e para estreitar relações com os paises vizinhos.
Juca Ferreira afirmou ainda que o Trem do Pantanal, que deverá iniciar as atividades no dia 8 deste mês com a viagem inaugural, será 'importantíssimo' para o Estado.
Fonte: Campo Grande News
O ministro da Cultura, João Luiz Silva Ferreira (Juca Ferreira), destacou hoje durante visita a Campo Grande a importância da implantação do Trem do Pantanal.
Segundo o ministro, é fundamental investir no transporte sobre trilhos, principalmente com a crise energética e ambiental que os países tem enfrentado. "O trem é ecologicamente viável", afirmou.
Juca Ferreira lembrou que houve aumento considerável do transporte sobre rodas durante o governo de Juscelino Kubitschek. Mas, garantiu que o presidente Lula está 'disposto e empenhado' em fazer um equilíbrio entre os meios de transporte, e trabalhar com formas alternativas.
Nesse sentido, ele afirmou que o trem é uma solução mais barata que os outros meios de transporte. "Somente o investimento inicial é caro". E ressaltou também sua eficiência no turismo, para o transporte de mercadorias e para estreitar relações com os paises vizinhos.
Juca Ferreira afirmou ainda que o Trem do Pantanal, que deverá iniciar as atividades no dia 8 deste mês com a viagem inaugural, será 'importantíssimo' para o Estado.
Fonte: Campo Grande News
Viagem de trem de São Paulo a Jundiaí une cultura, história e natureza

Isso que lemos e vemos, na imagem, é colírio para os nossos olhos!!
Abraço a todos.
da Folha Online
O Expresso Turístico da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), que inaugurou a linha São Paulo-Jundiaí no mês passado, já vem sendo bastante procurado pelo público que quer fazer um passeio curto, de um dia, para a cidade do interior.
Devido à grande demanda, quem quiser fazer a viagem de 60 quilômetros nos vagões da década de 60 deve procurar adquirir as passagens com pelo menos três semanas de antecedência.
Divulgação
Expresso Turístico faz viagens para Jundiaí e futuramente irá para Paranapiacaba e Mogi das Cruzes
Os bilhetes podem ser comprados até dois meses antes da data da viagem na bilheteria da estação da Luz, de onde parte a locomotiva.
As viagens acontecem aos finais de semana, sempre às 8h30, com retorno às 16h30 e chegada às 18h na Luz.
Divulgação
Dois vagões da década de 60 foram restaurados e possuem agora 174 assentos, além de local adaptado para cadeira de rodas
Ao todo, a composição possui 174 assentos em dois vagões que foram restaurados, como parte da recuperação do patrimônio da companhia. A malha ferroviária também foi recuperada.
A passagem custa R$ 28 para uma pessoa, com desconto de 50% para até três acompanhantes (saiba mais no site da CPTM).
O viajante pode também adquirir um passeio na Rizzatour, ao lado do balcão da CPTM, com três temas em Jundiaí: roteiro histórico, roteiro cultural e circuito das frutas. O passeio custa R$ 48. Crianças de 4 a 10 anos acompanhadas de adulto pagam R$ 34.
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Fonte
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Trens turísticos da Ferrovia Centro-Atlântica estão em plena fase de crescimento
O projeto foi inaugurado em maio de 2006, fruto de um investimento que reestabeleceu a ligação ferroviária entre Ouro Preto e Mariana
19 de Setembro de 2008. Publicado por Vininha F. Carvalho
São quatro locomotivas fabricadas entre 1908 e 1919 / FCA
Cerca de 95 mil pessoas circularam pelos dois trens turísticos operados pela Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), no primeiro semestre deste ano. O movimento de turistas e moradores no Trem da Vale, entre Ouro Preto e Mariana, e a Maria Fumaça São João Del Rei-Tiradentes, foi 18% superior ao registrado nos primeiros seis meses do ano passado.
Para o gerente de trens turísticos da FCA, Marcos Teixeira, vários fatores explicam o bom resultado. “O Trem da Vale é uma operação nova, tem dois anos e está em plena fase de crescimento. Somado a isso, temos o bom momento que a economia brasileira está passando, que permite as pessoas viajarem mais e o trabalho de divulgação em feiras de turismo e participação em eventos turísticos que temos feito este ano”, afirmou.
A FCA, empresa controlada pela Vale, opera trens turísticos desde 2001 e já investiu R$ 55,7 milhões nos dois projetos. Neste período quase um milhão de turistas foram transportados nas quatro cidades históricas mineiras.
Além dos trens turísticos a Vale é hoje a única operadora ferroviária de cargas do Brasil que mantém projetos de preservação da memória ferroviária: são dois museus – Museu da Ferrovia, em Vitória, e o Museu Ferroviário de São João Del Rei.
Trem da Vale
O Trem da Vale foi o destaque do período. Foram transportados 35 mil turistas viajando no trem, contra as 28,4 mil pessoas transportadas em período equivalente de 2007, um crescimento de 24,2%.
O projeto foi inaugurado em maio de 2006, fruto de um investimento de R$ 48,5 milhões, que reestabeleceu a ligação ferroviária entre Ouro Preto e Mariana por meio de um passeio de Maria Fumaça.
O Trem da Vale tem parcerias institucionais com a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF), prefeituras de Mariana e Ouro Preto, Ministério do Turismo e Ministério da Cultura.
Para isso, foram reconstruídos 18,7 quilômetros de ferrovia, adequou-se quatro estações existentes no percurso e restaurou-se uma locomotiva a vapor e sete vagões de passageiros. Paralelamente, o projeto iniciou, também, um programa inédito no país relacionado à Educação Patrimonial e ao incremento da atividade turística na região.
Com capacidade para 300 passageiros sentados, o Trem da Vale funciona toda sexta-feira, sábado, domingo e feriados, com duas saídas diárias de Ouro Preto e duas de Mariana.
Desde o início da operação, o Trem da Vale já transportou cerca de 150 mil turistas entre as duas cidades históricas mineiras.
São João Del Rei
Os números da Ferrovia Centro-Atlântica, responsável pela operação e manutenção da Maria-Fumaça, mostram que nos seis primeiros meses deste ano cerca de 60 mil turistas fizeram o passeio, número 15% maior que o registrado no mesmo período de 2007, quando pouco mais de 52 mil turistas embarcaram para uma viagem ao passado.
O trecho ferroviário entre as duas cidades foi inaugurado em 1881, pelo imperador D. Pedro II, tem 12 quilômetros percorridos em 35 minutos pelo trem centenário. Desde que a FCA assumiu a operação da Maria-Fumaça entre São João Del rei e Tiradentes, em 2001, foram investidos R$ 7,2 milhões. No mesmo período foram transportados cerca de 900 mil turistas.
Com capacidade até 320 passageiros sentados, a Maria-Fumaça de São João Del Rei funciona toda sexta-feira, sábado, domingo e feriados, com duas saídas diárias de São João Del Rei e duas de Tiradentes.
São quatro locomotivas fabricadas entre 1908 e 1919, nos Estado Unidos, pela Baldwin Locomotive Works, que puxam até 11 vagões fabricados no século passado e foram restaurados para a realização dos passeios turísticos entre as duas cidades.
Além do passeio da Maria-Fumaça, no Complexo ferroviário de São João Del Rei, ainda é possível visitar o Museu Ferroviário, onde estão preservadas quatro outras locomotivas fabricadas entre 1880 e 1919, e a Rotunda (uma espécie de garagem de locomotivas) onde estão em exposição mais 10 locomotivas movidas à vapor alemãs e norte-americanas.
Qualquer dúvida sobre a operação dos trens turísticos da FCA podem ser esclarecidas por meio do serviço telefônico Alô Ferrovias – 0800 285 700. A Ligação é gratuita.
Horários e informações:
Os trens a vapor de São João Del Rei a Tiradentes, os únicos do mundo de bitola de 0,76 m, circulam às sextas-feiras, sábados, domingos e feriados nos seguintes horários:
Partida de São João: 10h e 15h
Partida de Tiradentes: 13h e 17h
O Trem da Vale também é puxado por uma locomotiva a vapor, fabricada em 1949, que circula às sextas-feiras, sábados, domingos e feriados nos seguintes horários:
Partida de Ouro Preto: 11h e 16h
Partida de Mariana: 9h e 14h
Museu Ferroviário de São João Del ReiVisitação: terça a domingo, de 9h às 11h e de 13h às 17h.Nos meses de Janeiro e Julho o trem circula de terça a domingo.
Fonte: Ernesto Batista / Assessoria de Imprensa FCA
Clique aqui para ler mais
19 de Setembro de 2008. Publicado por Vininha F. Carvalho
São quatro locomotivas fabricadas entre 1908 e 1919 / FCA
Cerca de 95 mil pessoas circularam pelos dois trens turísticos operados pela Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), no primeiro semestre deste ano. O movimento de turistas e moradores no Trem da Vale, entre Ouro Preto e Mariana, e a Maria Fumaça São João Del Rei-Tiradentes, foi 18% superior ao registrado nos primeiros seis meses do ano passado.
Para o gerente de trens turísticos da FCA, Marcos Teixeira, vários fatores explicam o bom resultado. “O Trem da Vale é uma operação nova, tem dois anos e está em plena fase de crescimento. Somado a isso, temos o bom momento que a economia brasileira está passando, que permite as pessoas viajarem mais e o trabalho de divulgação em feiras de turismo e participação em eventos turísticos que temos feito este ano”, afirmou.
A FCA, empresa controlada pela Vale, opera trens turísticos desde 2001 e já investiu R$ 55,7 milhões nos dois projetos. Neste período quase um milhão de turistas foram transportados nas quatro cidades históricas mineiras.
Além dos trens turísticos a Vale é hoje a única operadora ferroviária de cargas do Brasil que mantém projetos de preservação da memória ferroviária: são dois museus – Museu da Ferrovia, em Vitória, e o Museu Ferroviário de São João Del Rei.
Trem da Vale
O Trem da Vale foi o destaque do período. Foram transportados 35 mil turistas viajando no trem, contra as 28,4 mil pessoas transportadas em período equivalente de 2007, um crescimento de 24,2%.
O projeto foi inaugurado em maio de 2006, fruto de um investimento de R$ 48,5 milhões, que reestabeleceu a ligação ferroviária entre Ouro Preto e Mariana por meio de um passeio de Maria Fumaça.
O Trem da Vale tem parcerias institucionais com a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF), prefeituras de Mariana e Ouro Preto, Ministério do Turismo e Ministério da Cultura.
Para isso, foram reconstruídos 18,7 quilômetros de ferrovia, adequou-se quatro estações existentes no percurso e restaurou-se uma locomotiva a vapor e sete vagões de passageiros. Paralelamente, o projeto iniciou, também, um programa inédito no país relacionado à Educação Patrimonial e ao incremento da atividade turística na região.
Com capacidade para 300 passageiros sentados, o Trem da Vale funciona toda sexta-feira, sábado, domingo e feriados, com duas saídas diárias de Ouro Preto e duas de Mariana.
Desde o início da operação, o Trem da Vale já transportou cerca de 150 mil turistas entre as duas cidades históricas mineiras.
São João Del Rei
Os números da Ferrovia Centro-Atlântica, responsável pela operação e manutenção da Maria-Fumaça, mostram que nos seis primeiros meses deste ano cerca de 60 mil turistas fizeram o passeio, número 15% maior que o registrado no mesmo período de 2007, quando pouco mais de 52 mil turistas embarcaram para uma viagem ao passado.
O trecho ferroviário entre as duas cidades foi inaugurado em 1881, pelo imperador D. Pedro II, tem 12 quilômetros percorridos em 35 minutos pelo trem centenário. Desde que a FCA assumiu a operação da Maria-Fumaça entre São João Del rei e Tiradentes, em 2001, foram investidos R$ 7,2 milhões. No mesmo período foram transportados cerca de 900 mil turistas.
Com capacidade até 320 passageiros sentados, a Maria-Fumaça de São João Del Rei funciona toda sexta-feira, sábado, domingo e feriados, com duas saídas diárias de São João Del Rei e duas de Tiradentes.
São quatro locomotivas fabricadas entre 1908 e 1919, nos Estado Unidos, pela Baldwin Locomotive Works, que puxam até 11 vagões fabricados no século passado e foram restaurados para a realização dos passeios turísticos entre as duas cidades.
Além do passeio da Maria-Fumaça, no Complexo ferroviário de São João Del Rei, ainda é possível visitar o Museu Ferroviário, onde estão preservadas quatro outras locomotivas fabricadas entre 1880 e 1919, e a Rotunda (uma espécie de garagem de locomotivas) onde estão em exposição mais 10 locomotivas movidas à vapor alemãs e norte-americanas.
Qualquer dúvida sobre a operação dos trens turísticos da FCA podem ser esclarecidas por meio do serviço telefônico Alô Ferrovias – 0800 285 700. A Ligação é gratuita.
Horários e informações:
Os trens a vapor de São João Del Rei a Tiradentes, os únicos do mundo de bitola de 0,76 m, circulam às sextas-feiras, sábados, domingos e feriados nos seguintes horários:
Partida de São João: 10h e 15h
Partida de Tiradentes: 13h e 17h
O Trem da Vale também é puxado por uma locomotiva a vapor, fabricada em 1949, que circula às sextas-feiras, sábados, domingos e feriados nos seguintes horários:
Partida de Ouro Preto: 11h e 16h
Partida de Mariana: 9h e 14h
Museu Ferroviário de São João Del ReiVisitação: terça a domingo, de 9h às 11h e de 13h às 17h.Nos meses de Janeiro e Julho o trem circula de terça a domingo.
Fonte: Ernesto Batista / Assessoria de Imprensa FCA
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