quarta-feira, 3 de junho de 2009

A INDIGNAÇÃO DE QUEM TRABALHOU NOS TRENS DE PASSAGEIROS DE LONGA DISTÂNCIA

O TREM SANTA CRUZ



Trem de passageiros de luxo operado pela Central
e mais tarde pela Rede Ferroviária Federal, entre
1950 e 1990, ligando a estação de Dom Pedro II,
no Rio de Janeiro e a de Belo Horizonte, com
algumas interrupções nos anos 1970 até parar por
4 anos, entre 1976 e 1980, quando retornou por
dez anos, deixando de circular em março de 1990.

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O TREM VERA CRUZ



SÃO PAULO - Antes do Great Brazil Express, uma outra rota alimentou gerações de apaixonados por viagens com algum conforto sobre trilhos. Apesar de não ser exclusivo para turistas e servir a viajantes em geral, o antigo trem Santa Cruz começou a circular no trecho Rio-São Paulo em março de 1950. Equipado com o que havia de mais moderno no mundo para o transporte de passageiros, tinha capacidade para 240 pessoas, e o percurso levava nove horas.

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Amigos,

Gostaria de compartilhar com todos vocês alguns sentimentos de indignação de pessoas que trabalharam, de fato, nos trens de passageiros brasileiros.

Isso só vem confirmar que estamos no trilho certo: houve inúmeros interesses para que esse transporte de passageiros fosse dizimado no Brasil?
Seriam os interesses da indústria automobilística???


[CAMINHOS DE FERRO] Novo comentário em TRENS DE PASSAGEIROS DO BRASIL.

De:Anônimo Para:saulocesar@uol.com.br Assunto:[CAMINHOS DE FERRO] Novo comentário em TRENS DE PASSAGEIROS DO BRASIL. Data:01/06/2009 17:03
Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "TRENS DE PASSAGEIROS DO BRASIL":

trabalhei nos trens vera cruz e santa cruz,durante 10 anos, os quais foram dizimados pela ganancia dos empresarios do setor rodoviario, agora vivemos em um país de dimensoes continental que nao se locomove, pois o que move qualquer outro pais sao os trens.

Fórum pretende revitalizar complexo da EFMM



Historiadores e representantes do Ministério da Cultura irão buscar meios, através de debates e palestras, revitalizar e restaurar a memória da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. Este será o prinicpal objetivo do Fórum de Regate da EFMM, promovido pela Prefeitura de Porto Velho, neste final de semana. A proposta é despertar no poder público e na população, a vontade de ver a ferrovia revitalizada, funcionando como um verdadeiro canal para o turismo e cultura locais. Também fazem parte da programação, várias apresentações culturais. Um dos nomes confirmados é do professor Marchelmo Marin, turismólogo com estudos realizados em revitalização de estradas de ferro. O fórum começa com uma caminhada neste sábado, às 18 horas, no complexo da ferrovia e na seqüência convidados e palestrantes fazem a abertura oficial. Para este domingo, dia do encerramento do fórum, está programado um mutirão de limpeza na praça da EFMM e seguindo em caminhada pelos trilhos da ferrovia até a Vila de Santo Antônio




Retirado do site:

Fase inicial da revitalização da Estação tem início

Essa notícia é de 2008.

Alguém etm informações se, de fato, as promessas foram cumpridas?

Terça, 01 de abril de 2008 - Atualizada as 07:38 h
O contrato com a empresa vencedora da licitação pública para executar a primeira etapa
Comente esta notícia! (Da Redação) - O contrato com a empresa vencedora da licitação pública para executar a primeira etapa da revitalização da antiga Estação foi assinado ontem pelo prefeito Nevoeiro Junior. Em seu discurso na solenidade no átrio da Estação, o prefeito pediu para que as obras sejam entregues até 7 de setembro.A fase inicial prevê a revitalização do terminal de passageiros e do prédio da antiga estrutura erguida pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro. De acordo com o secretário de Turismo, José Ricardo Naitzke, serão investidos R$ 1.703.000 neste primeiro estágio, e a reforma começa já em abril.No total, o projeto de revitalização deve consumir cerca de R$ 4,5 milhões. A maior parte dos recursos vem de convênio com o Governo do Estado de São Paulo, obtido através de emenda do deputado Aldo Demarchi (DEM).O projeto traz medidas para revitalizar a fachada do prédio da antiga estação, um patrimônio histórico de Rio Claro, e transformar o terminal de ônibus, recuando em quatro metros o muro, formando um corredor de ônibus para facilitar o trânsito na Rua 1. Também será colocada no local do terminal uma nova cobertura, para garantir proteção em caso de chuva.Para quem depende das linhas que saem da Estação, a reforma vem em boa hora. Os usuários reclamam que, além do abandono e sujeira, não existem placas de identificação das linhas que atendem o local.

Fonte:
http://jornalcidade.uol.com.br/paginas.php?id=24072

Cronologia histórica ferroviária do Brasil

O desenvolvimento ferroviário brasileiro sempre esteve intimamente ligado a políticas de governo, que, por seu turno, variaram grandemente ao longo da história. Nesse sentido, e visando sistematizar essa relação, procurou-se dividir a evolução do sistema ferroviário segundo fases cronológicas, correlacionadas a fases da nossa história imperial e republicana. Segundo estudos do eng. José Eduardo Castello Branco, a evolução ferroviária no país observa o seguinte faseamento: Fase I (1835 - 1873) : durante a Regência e o Segundo Reinado, sendo observado o início da implantação de ferrovias no Brasil e o desenvolvimento desse sistema de transporte de forma lenta, através de empresas essencialmente privadas;

Fase II (1873 - 1889) : abrangendo o Segundo Reinado e caracterizada por uma expansão acelerada da malha ferroviária, através de empreendedores privados, estimulados pelo instituto da garantia de juros;

Fase III (1889 - 1930) : englobando a República Velha, ainda sendo observada uma expansão acelerada da malha, porém com o estado sendo obrigado a assumir o controle de várias empresas em dificuldades financeiras;

Fase IV (1930 - 1960) : compreendendo a era Vargas e o pós-guerra, com o ritmo de expansão diminuindo e um amplo controle estatal das empresas antes privadas;

Fase V (1960 - 1990) : situada quase que inteiramente ao longo do período em que a nação foi governada por um regime militar, estando a malha consolidada em poucas empresas públicas, ocorrendo erradicação de ramais anti-econômicos e implantação de projetos seletivos de caráter estratégico;

Fase VI (1990 - ? ) : período da Nova República, marcado pela privatização de todo o sistema ferroviário nacional.

Para ler mais, clique aqui

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Êta trem bão!!!

Uma reportagem muito interessante fala a respeito da segunda linha de passageiros de longa distância entre os estados de Minas e Espírito Santo.
Para os mais jovens, algo inusitado e para os mais velhos a tristeza de saber que esse já foi um meio eficaz de transporte em todo o Brasil.

Para ver a reportagem, assista o video:

http://www.youtube.com/watch?v=ED-40wmD10o&feature=related

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Lula anuncia pacote de obras que inclui a Ferrovia Norte-Sul

Fonte: O ESTADO DO MARANHÃOPublicada em: 4 de janeiro de 2006


Bancos e fundos de pensão investirão nas áreas de energia e transportesBRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja fazer em 2006 mais em obras de infra-estrutura nas áreas de energia, rodovias e ferrovias do que nos seus três primeiros anos de governo, conforme anúncio feito ontem pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Com dinheiro de bancos estatais e fundos de pensão, o governo pretende montar seu portfólio de obras. Já em março realizará a licitação para vender o ramal norte da Ferrovia Norte-Sul, que vai de Palmas, em Tocantins, a Açailândia, no Maranhão, de 720 quilômetros. Iniciada no governo José Sarney, a Ferrovia Norte-Sul é considerada estratégica pelo governo. Por isso, em 2006 o presidente Lula pretende levar a obra, que hoje tem 215 quilômetros, entre Açailândia e Aguiarnópolis, no Maranhão, até Araguaína, no norte de Tocantins. No ano que vem, alcançará o fim do ramal norte, que fica em Palmas. A intenção do governo é vender a concessão para o serviço privado com lucro de U$ 200 milhões (cerca de R$ 500 milhões). Com esse dinheiro, segundo Dilma Rousseff, o governo poderá fazer o ramal sul, que vai de Anápolis, em Goiás, até Palmas. Depois, o venderá para outro consórcio. Para a ministra, a importância da retomada da construção da ferrovia, que custará aos cofres do governo R$ 140 milhões, tem o objetivo de “integrar o chamado interior continental do país, que não tem infra-estrutura”.Em abril, o governo Lula abrirá a concessão para 3.059 quilômetros de oito rodovias no Sul e Sudeste, entre elas a Regis Bittencourt e a Fernão Dias. E, em maio, ofertará à iniciativa privada seis hidrelétricas, que vão gerar cerca de 5 mil megawatts - quase meia Itaipu, cuja potência é de cerca de 12 mil megawatts.InvestimentosO contra-ataque do governo foi anunciado ontem pela ministra Dilma Rousseff logo depois de uma reunião com o presidente Lula e com os ministros e técnicos da área de infra-estrutura, com o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Guido Mantega, e com os presidentes dos três maiores fundos de pensão, que juntos têm investimentos e aplicações financeiras de mais de R$ 110 bilhões - Previ, Funcef e Petros. Os fundos podem entrar como sócios das empresas que comprarem as concessões. Eles já têm investimentos na área de infra-estrutura.Somente as duas hidrelétricas planejadas para o Rio Madeira, em Rondônia - Jirau e Santo Antônio -, custarão cerca de R$ 20 bilhões. Juntas, terão capacidade para gerar 4,24 mil megawatts. “Temos energia garantida para até 2010 caso o país cresça cerca de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) ao ano”, disse Dilma Rousseff. Cada uma terá 44 turbinas, que poderão ser montadas em fases diferentes. Ela disse que possivelmente será aberta uma fábrica de turbinas na Região Norte para atender às duas hidrelétricas. “Portanto, para termos energia nova em 2011, precisamos começar a construir as novas hidrelétricas já em novembro”, afirmou a ministra. O financiamento para a construção das hidrelétricas, junto com outras quatro, no Sul e Sudeste (com capacidade para 752,1 megawatts), será feito pelo BNDES. As duas hidrelétricas de Rondônia terão também eclusas, porque o governo quer perenizar a navegabilidade do rio Madeira. Tapa-buracosA ministra da Casa Civil reafirmou também o início das obras emergenciais de tapa-buracos das rodovias para a próxima segunda-feira e acusou o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de não ter feito planejamento para nada. “Recebemos 36 mil quilômetros de estradas sucateadas. o país tinha uma taxa cambial de US$ 1 para R$ 4, a inflação estava em 12% e com expectativa de aumento muito maior em 2003”, disse ela. “Havia também um apagão na área do planejamento de rodovias, para a qual não encontramos nenhum projeto”, afirmou Dilma. “O mesmo aconteceu com a área de hidrelétricas”. Dilma Rousseff afirmou que é preciso planejamento na infra-estrutura, porque todas as obras de estradas, ferrovias e hidrelétricas necessitam de tempo para a licença ambiental, para a preparação dos editais de concessão e para o exame prévio do Tribunal de Contas da União (TCU). “Como não havia planejamento, tivemos de fazê-lo”, disse ela. “Temos de construir muito mais estradas porque só as que temos não são suficientes”.

Fonte:
http://www.famem.org.br/Pagina3389.htm

terça-feira, 19 de maio de 2009

Álbum de Fotografias das Ferrovias Brasileiras


E.F. BRASIL

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O objetivo deste site é compilar fotos de todas as ferrovias brasileiras. Ainda há muitas delas faltando, mas temos a esperança de que teremos tempo suficiente para colocá-las todas aqui! Muitas fotos e informações aqui presentes foram gentilmente oferecidas por diversas pessoas desde a inauguração destas páginas, em setembro de 1998. Agora a maior parte deste site é o resultado do esforço coletivo feito por diversos fãs ferroviários dedicados, tais como Ricardo Frontera, Cid José Beraldo, Marcello Tálamo, Hermes Yoiti Hinuy, Alberto Henrique Del Bianco, César Sacco, Nílson Rodrigues, Sérgio Romano, Antonio Carlos Belviso, Vilson Santoni, Sérgio Mártire, Antonio Soukef, João Baptista Lago, Paulo Sotelo Calvo, Kelso Médici, Alexandre Santurian, José Agenor Siqueira Ferreira, Paulo César Bonaldo, J. Oscar, Carlos Alberto Rollo, Pedro Paulo Resende, Geraldo Azevedo, Fábio Dardes, Alex Elias Ibrahim, Paulo Cury, Manuel Gamallo, Luiz Carlos Miranda, Ricardo Pinto da Rocha, Hélder Ribas, Carlos Roberto Brandão, Édson Salvador Castro, Luís Carlos Bellotto, Nílton José Gallo, Aldo Campos, Marcos Brandão, Stênio de Andrade Gimenez, André Carrijo Galesso, Eduardo Prevedello Bento, Lourenço Senne Paz, Rafael Correa, Sérgio Doricci, Gustavo Henrique Ferreira Moreira, Fernando Schimidt, Francisco R. Cavalcanti, Fernando Picarelli Martins, Elly Roberto de Oliveira Jr., Júlio Cézar de Paiva, Hélio Gazetta, Daniel Costa, José Henrique Bellório, Carlos Francisco de Paula, Ronan Pereira Amaral, Kenzo Sasaoka, Marco Antonio Giffoni, Guido Sarin Jr., Ralph Giesbrecht, Paulo Godoy, Wilson de Santis Jr., Laércio Ferreira de Oliveira, Horst Wolff, Ademir Conicelli, Marco Aurélio Gonçalves, Paulo Sérgio Vieira Filho, Jorge Alves Ferreira Jr., José David de Castro, Charles de Freitas, Marcos Zeituni, Christian Duch, Carlos Latuff, Marcus Vinícius Pastorin Costa Rego, Leandro D. Todaro, Kléber Henrique, Kléber Freitas, Rogério Cordeiro, Fábio R. Gatto, Q. Camargo, Luiz Faria de Carvalho, Dr. Gustavo Adolpho de Souza Murgel, Nicholas Burman, Gilmar Issa Gallo, Alexandre Saraiva, Christopher, Wanderley Duck, Domingos Antonio Soares da Cruz, Marcello Galativicis, Tasso Rosa Campos e Wilson Piragis, Octávio Bertacin, Marcos Roberto Soares da Silva, Amaurí Cascapera e Sérgio A. Ciccone, do Brasil; Maurício Torres, Allen Morrison, Art Merril, Rory O'Connor, Vance Bass, Steve Palmano, Rev. Thomas J. Connellan e Deane Motis, dos E.U.A.; Lionel Sharpe, Mike Jackson e Nick Lawford, da Inglaterra; Raymond Marsh e James Brook, da Austrália; Rudi Heinisch, da Alemanha; Javier Fraile, da Espanha; António Manuel Pires Antunes, de Portugal; Sérgio Leonardo Barral, da Argentina; e Eljas Pölhö, da Suécia. Seu trabalho como co-autores destas páginas sem dúvida representa uma grande contribuição à memória ferroviária brasileira!
Também precisamos externar nossos profundos agradecimentos a David Parsons, um grande fã ferroviário americano que está proporcionando hospedagem gratuita a este site! Este pedaço da memória das ferrovias brasileiras só existe ainda graças a seu enorme auxílio.
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Fonte
http://www.tsfr.org/~efbrazil/index_p.html