... pela linha do Sul com destino ao Pinhal Novo.
Para ver a terceira parte de "Do Pragal ao Pinhal Novo":
http://www.webrails.tv/arquivoVideo/linhaSul/linhaSul_PragalPNovo_TRES.htm
Uma nota de agradecimento ao www.ferroviario.org , pela sua
colaboração para mais um encontro com o C.F. em Portugal.
( ... como não tenho intenções de ser incomodo, agradeço que me avisem
para não continuar a enviar correio indesejado... )
A www.webrails.tv encontra-se em servidores www.clustercube.com
--
http://rti.no.sapo.pt
http://www.webrails.tv
quarta-feira, 22 de julho de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
Associação dos Engenheiros Ferroviários no Estado de São Paulo
Conheça o site:
Associação dos Engenheiros Ferroviários no Estado de São Paulo - ASSEF
Praça Júlio Prestes, 185 - 7º andar - Campos Elíseos - CEP: 01218-020 - São Paulo - SP
CNPJ 50.610.039/0001-07
Para conhecer, clique aqui
Associação dos Engenheiros Ferroviários no Estado de São Paulo - ASSEF
Praça Júlio Prestes, 185 - 7º andar - Campos Elíseos - CEP: 01218-020 - São Paulo - SP
CNPJ 50.610.039/0001-07
Para conhecer, clique aqui
Ferrovia Norte - Sul
Projeto Básico
Trata-se de concessão outorgada à VALEC – Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. visando fortalecer a infra-estrutura de transportes necessária ao escoamento da produção agropecuária e agro-industrial do cerrado setentrional brasileiro, que envolve o oeste da Bahia, sudoeste do Piauí, sul do Maranhão, o Estado do Tocantins e parte de Goiás.
Características Físicas
Bitola do Ramal Norte: 1,60 m
Bitola do Ramal Sul: 1,00 m
Ferrovias Projetadas
Ramal Norte: O traçado parte da região de Colinas do Tocantins (TO) e vai até a Estrada de Ferro Carajás, em Açailândia (MA), com extensão de 461 km; e
Ramal Sul: Partindo da região de Porangatu (GO), interliga-se ao sistema ferroviário existente em Senador Canedo (GO), com extensão de 502 km.
Situação do Empreendimento
Trecho Açailândia (MA) – Imperatriz (MA), com 95 km de extensão, está concluído e em operação regular para cargas e passageiros, mediante convênio com a Estrada de Ferro Carajás.
O trecho Imperatriz – Estreito (MA), com extensão de 120 km, encontra-se em construção e, por insuficiência de recursos, não foi concluído em 1998.
Custos Previstos
Ramal Norte: Trecho Imperatriz – Colinas do Tocantins: R$ 336 milhões.
Ramal Sul: R$ 508 milhões.
link
http://www.transportes.gov.br/bit/ferro/fns/plfernorsul.htm
Trata-se de concessão outorgada à VALEC – Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. visando fortalecer a infra-estrutura de transportes necessária ao escoamento da produção agropecuária e agro-industrial do cerrado setentrional brasileiro, que envolve o oeste da Bahia, sudoeste do Piauí, sul do Maranhão, o Estado do Tocantins e parte de Goiás.
Características Físicas
Bitola do Ramal Norte: 1,60 m
Bitola do Ramal Sul: 1,00 m
Ferrovias Projetadas
Ramal Norte: O traçado parte da região de Colinas do Tocantins (TO) e vai até a Estrada de Ferro Carajás, em Açailândia (MA), com extensão de 461 km; e
Ramal Sul: Partindo da região de Porangatu (GO), interliga-se ao sistema ferroviário existente em Senador Canedo (GO), com extensão de 502 km.
Situação do Empreendimento
Trecho Açailândia (MA) – Imperatriz (MA), com 95 km de extensão, está concluído e em operação regular para cargas e passageiros, mediante convênio com a Estrada de Ferro Carajás.
O trecho Imperatriz – Estreito (MA), com extensão de 120 km, encontra-se em construção e, por insuficiência de recursos, não foi concluído em 1998.
Custos Previstos
Ramal Norte: Trecho Imperatriz – Colinas do Tocantins: R$ 336 milhões.
Ramal Sul: R$ 508 milhões.
link
http://www.transportes.gov.br/bit/ferro/fns/plfernorsul.htm
segunda-feira, 20 de julho de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Documentário sobre a estrada de ferro: Bahia-Minas
Amigos,
Gostaria de convidá-los para assistirem o documentário que conta a história da ferrovia: Bahia-Minas.
Um tempo em que o Brasil se desenvolvia sobre os trilhos dos trens!
http://www.youtube.com/watch?v=pmGsiXaD064&NR=1
Abraço a todos
Gostaria de convidá-los para assistirem o documentário que conta a história da ferrovia: Bahia-Minas.
Um tempo em que o Brasil se desenvolvia sobre os trilhos dos trens!
http://www.youtube.com/watch?v=pmGsiXaD064&NR=1
Abraço a todos
terça-feira, 14 de julho de 2009
"Do Pragal ao Pinhal Novo":
... uma pausa no encontro com a Loja de Modelismo FerroviárioComboiosElectricos para voltar à Linha do Sul numa viagem até aoPinhal Novo.
Para ver a segunda parte de "Do Pragal ao Pinhal Novo":http://www.webrails.tv/arquivoVideo/linhaSul/linhaSul_PragalPNovo_DOIS.htm
Uma nota de agradecimento ao www.ferroviario.org , pela sua colaboração para mais um encontro com o C.F. em Portugal.( ... como não tenho intenções de ser incomodo, agradeço que me avisem para não continuar a enviar correio indesejado... )A www.webrails.tv encontra-se em servidores
www.clustercube.com--
http://rti.no.sapo.pt
Para ver a segunda parte de "Do Pragal ao Pinhal Novo":http://www.webrails.tv/arquivoVideo/linhaSul/linhaSul_PragalPNovo_DOIS.htm
Uma nota de agradecimento ao www.ferroviario.org , pela sua colaboração para mais um encontro com o C.F. em Portugal.( ... como não tenho intenções de ser incomodo, agradeço que me avisem para não continuar a enviar correio indesejado... )A www.webrails.tv encontra-se em servidores
www.clustercube.com--
http://rti.no.sapo.pt
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Corredor ferroviário bioceânico ligará portos brasileiros aos portos chilenos
A criação de um corredor ferroviário bioceânico - passando por Argentina, Brasil, Chile e Paraguai -, entre os portos brasileiros do Atlântico e os portos chilenos do Pacífico, pode se tornar uma realidade em até dez anos.
Pelo menos é que esperam os integrantes da Associação Latino Americana de Estradas de Ferro (Alaf), que estão reunidos em Curitiba para os seminário "O Transporte Ferroviário na América Latina: Atualidade e Futuro".
Durante o evento também foram discutidos os trens turísticos e os trens de alta velocidade, cujo projeto envolve um traçado entre Curitiba a São Paulo. O secretário geral da Alaf, Jaime Valêncio Valência afirmou que a indústria de ferrovias vive seu melhor momento na América Latina, já que diversos investimentos estão sendo feitos para a ampliação ou construção de ramais. Isso porque se despertou para a importância das ferrovias como alternativa para transporte de cargas e passageiros. "Com o crescimento das cidades o trem surge como alternativa para encurtar distâncias. Assim como o corredor bioceânico, que irá viabilizar a ligação entre os portos em um futuro bem próximo", disse. Durante reunião com representantes dos quatro países envolvidos no projeto do corredor ferroviário bioceânico, no mês de março, ficou estabelecido que sua viabilização acontecerá em até dez anos. No entanto, o diretor presidente da Ferroeste (Estrada de Ferro Paraná Oeste S/A), Samuel Gomes acredita na viabilização em menos tempo, até porque países, como o Paraguai, dependem da ferrovia para se desenvolver economicamente. O projeto do corredor está orçado em US$ 550 milhões.
Leia mais
Pelo menos é que esperam os integrantes da Associação Latino Americana de Estradas de Ferro (Alaf), que estão reunidos em Curitiba para os seminário "O Transporte Ferroviário na América Latina: Atualidade e Futuro".
Durante o evento também foram discutidos os trens turísticos e os trens de alta velocidade, cujo projeto envolve um traçado entre Curitiba a São Paulo. O secretário geral da Alaf, Jaime Valêncio Valência afirmou que a indústria de ferrovias vive seu melhor momento na América Latina, já que diversos investimentos estão sendo feitos para a ampliação ou construção de ramais. Isso porque se despertou para a importância das ferrovias como alternativa para transporte de cargas e passageiros. "Com o crescimento das cidades o trem surge como alternativa para encurtar distâncias. Assim como o corredor bioceânico, que irá viabilizar a ligação entre os portos em um futuro bem próximo", disse. Durante reunião com representantes dos quatro países envolvidos no projeto do corredor ferroviário bioceânico, no mês de março, ficou estabelecido que sua viabilização acontecerá em até dez anos. No entanto, o diretor presidente da Ferroeste (Estrada de Ferro Paraná Oeste S/A), Samuel Gomes acredita na viabilização em menos tempo, até porque países, como o Paraguai, dependem da ferrovia para se desenvolver economicamente. O projeto do corredor está orçado em US$ 550 milhões.
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