De Rui Ribeiro, de Portugal:
Metropolitano de Lisboa comemora em Dezembro 50 anos de existência.
Numa iniciativa privada a ML 7, composição preservada dos primeiros
anos do Metropolitano de Lisboa, voltou a seduzir e surpreender quem
andou pela Linha Azul no passado fim-de-semana entre a Pontinha e a
Estação de Parque. Fica o apontamento recolhido na Praça de Espanha
(antiga Palhavã), uma das 11 estações da rede inaugurada em 1959.
Para ver:
http://www.webrails.tv/arquivoVideo/metroLisboa/ml50_ml7.htm
Uma nota de agradecimento ao Metropolitano de Lisboa.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Na foto a Estação Dom Pedro II, assim denominada por decreto do Presidente Arthur Bernardes em 1925, antes mesmo da construção entre 1936 e 1943 do moderno edifício sede da Ferrovia no Rio de Janeiro, com o maior relógio de quatro faces do mundo. A Estação Dom Pedro II não é mais a sede da EFCB, mas seu nome oficial permanece, apesar de erradamente ser chamada por alguns de Central do Brasil. Foto de João Bosco Setti.
D. Pedro II station, in downtown Rio de Janeiro, with its four-face clock, reported as the largest in the world of this type. The new station was built between 1936 and 1943 to replace the old station from the 19th Century, when the former E. F. Dom Pedro II was inaugurated on March 29, 1858, a century and half ago. Since the Republican era the railroad had the name changed to E. F. Central do Brasil, and now its main and branch lines were operated by some different private and state freight and suburban Companies. Photo by João Bosco Setti.
A Memória do Trem presta uma homenagem ao amigo Fabio Dardes, falecido na noite de 14 de outubro de 2008. Notável pelo amor aos trens e um grande Fotógrafo Ferroviário, sua memória se perpetuará através de suas belas fotos.
Memória do Trem honors friend Fabio Dardes, who died on October 14, 2008, as a Railfan and Great Railroad Photographer. His beautiful photos will remember him forever.
Retirado do site: http://www.trem.org.br/
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
O trenzinho caipira
O Projeto Música sobre trilhos apresenta: O trenzinho caipira.
Esse porjto objEtiva resgatar a memória ferroviária nacional nas mais diferentes manifestações culturais de nossa sociedade.
Mesmo com todo esforço oficial para que o trem de passageiros ( de longa distância ) deixasse de circular no Brasil, ainda sobrevivem referências a ele!!
Já divulgamos diversos vídeos que procuram fazer esse resgate.
Gostaria de convidar o caro leitor para mais essa viagem!
Um abraço
Saulo
PARA VER O VÍDEO, CLIQUE AQUI
Esse porjto objEtiva resgatar a memória ferroviária nacional nas mais diferentes manifestações culturais de nossa sociedade.
Mesmo com todo esforço oficial para que o trem de passageiros ( de longa distância ) deixasse de circular no Brasil, ainda sobrevivem referências a ele!!
Já divulgamos diversos vídeos que procuram fazer esse resgate.
Gostaria de convidar o caro leitor para mais essa viagem!
Um abraço
Saulo
PARA VER O VÍDEO, CLIQUE AQUI
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
1a estação (1874-1898) - 2a estação (1898-1969) - 3a estação (1970-1983)
The Porto Alegre and New Hamburg Brazilian Ry. (1874-1905)
Cie. Auxiliaire des Chemins de Fer au Brésil (1905-1920)
V. F. Rio Grande do Sul (1920-1975)
RFFSA (1975-1983)
Município de Porto Alegre, RS
Linha Porto Alegre-Uruguaiana - km 0
Linha de Caxias - km 0 RS-0225
Inauguração: 14.04.1874
Uso atual: demolida sem trilhos
Data de construção do prédio atual: 1970 (já demolido)
HISTORICO DA LINHA: A linha Porto Alegre-Caxias foi aberta no trecho entre a Capital e São Leopoldo em 1874, como a primeira ferrovia do Estado. Em 1876 foi prolongada até a estação de Novo Hamburgo. Em 1905, a Cie. Auxiliaire assumiu a linha. Apenas em 1909 a linha teve continuação, partindo de Rio dos Sinos, 7 km antes de Novo Hamburgo e chegando até Carlos Barbosa, e, no ano seguinte, até Caxias (Caxias do Sul). Em 1920 a linha foi assumida pela VFRGS. Foi desativada nos anos 1980; o trecho até São Leopoldo foi retificado e serve hoje ao sistema Trensurb da Grande Porto Alegre (trens metropolitanos); entre Rio dos Sinos e Montenegro, a linha foi erradicada em 1963, substituída por uma variante; para a frente, existem trilhos ainda em alguns pedaços, mas oficialmente a ferrovia a partir de Montenegro foi extinta em 1994 pela RFFSA.
A ESTAÇÃO: A estação original de Porto Alegre era um prédio de madeira, igual ao de São Leopoldo original, e foi inaugurada em 1874 para atender à linha Porto Alegre-São Leopoldo, aberta nesse ano. Ficava, segundo Attila do Amaral, num terreno a beira do rio Guaíba, situado entre a rua Voluntários da Pátria e a atual avenida Julio de Castilhos e entre as ruas da Conceição e a atual Dr. Barros Cassal. O prédio, idêntico ao de São Leopoldo, chegou da Inglaterra pré-fabricado, mas foi com certeza montado depois de 1874, pois havia uma dúvida quanto ao real ponto em que ela seria instalada. Por isso, é certo que na inauguração do primeiro trecho, em 1874, o trem partiu de uma plataforma provisória de madeira, construída às pressas, num ponto da Voluntários da Pátria que pode não ter sido o mesmo da construção final do prédio. Ele acabou sendo demolido em 1898 (nota: J. R. de Souza Dias dá essa data, erroneamente, como sendo em 1929). Pelo menos uma de suas janelas foi então removida para São Leopoldo, e nessa estação foi colocada como parte da ampliação desta estação. No mesmo ano foi aberta uma estação maior, de alvenaria mais ou menos na mesma área, se não no mesmo local, da estação original. A frente também dava para a Voluntários, e era
ACIMA: O pátio da estação de Porto Alegre, o "Castelinho", com as linhas, em 1915 (Esquema apresentado no "Molitor Report", publicado nesse ano pela Brazil Railway Co.).
recortado, com dois andares mais uma torre. No térreo, "à direita a bilheteria e um quarto de bagagem; à esquerda o buffet, a sala para senhoras e o toilette." A descrição do prédio é de 1907, de um relatório de entrega da já criada VFRGS ao Governo Federal. Somente para conferência de local, num mapa do Guia Levi de janeiro de 1970, essa segunda estação, apelidada de Castelinho, por causa de sua torre, é mostrada nessa mesma área, com frente para a rua Garibaldi (e o mapa também mostra que os trilhos avançavam para bem depois da estação, seguindo pelas avenidas Mauá e Guaíba até o final da rua Coronel Genuíno). A estação foi desativada e demolida em 1969/70, pois sobre ela passou o viaduto da Conceição. Nos Guias Levi de 1940 até 1944, a estação inicial da linha é citada como sendo Ildefonso Pinto - que a partir de 1927, quando foi inaugurada, era a estação inicial da E. F. do Riacho - seguida da de Porto Alegre, mas sempre com trens diferentes - ou seja, o trem que partia da primeira não parava na segunda (Porto Alegre) e vice-versa. Da mesma forma, não davam a distância de uma para a outra, e a de Porto Alegre era citada como sendo a km 0.
Clique aqui para continuar lendo
Cie. Auxiliaire des Chemins de Fer au Brésil (1905-1920)
V. F. Rio Grande do Sul (1920-1975)
RFFSA (1975-1983)
Município de Porto Alegre, RS
Linha Porto Alegre-Uruguaiana - km 0
Linha de Caxias - km 0 RS-0225
Inauguração: 14.04.1874
Uso atual: demolida sem trilhos
Data de construção do prédio atual: 1970 (já demolido)
HISTORICO DA LINHA: A linha Porto Alegre-Caxias foi aberta no trecho entre a Capital e São Leopoldo em 1874, como a primeira ferrovia do Estado. Em 1876 foi prolongada até a estação de Novo Hamburgo. Em 1905, a Cie. Auxiliaire assumiu a linha. Apenas em 1909 a linha teve continuação, partindo de Rio dos Sinos, 7 km antes de Novo Hamburgo e chegando até Carlos Barbosa, e, no ano seguinte, até Caxias (Caxias do Sul). Em 1920 a linha foi assumida pela VFRGS. Foi desativada nos anos 1980; o trecho até São Leopoldo foi retificado e serve hoje ao sistema Trensurb da Grande Porto Alegre (trens metropolitanos); entre Rio dos Sinos e Montenegro, a linha foi erradicada em 1963, substituída por uma variante; para a frente, existem trilhos ainda em alguns pedaços, mas oficialmente a ferrovia a partir de Montenegro foi extinta em 1994 pela RFFSA.
A ESTAÇÃO: A estação original de Porto Alegre era um prédio de madeira, igual ao de São Leopoldo original, e foi inaugurada em 1874 para atender à linha Porto Alegre-São Leopoldo, aberta nesse ano. Ficava, segundo Attila do Amaral, num terreno a beira do rio Guaíba, situado entre a rua Voluntários da Pátria e a atual avenida Julio de Castilhos e entre as ruas da Conceição e a atual Dr. Barros Cassal. O prédio, idêntico ao de São Leopoldo, chegou da Inglaterra pré-fabricado, mas foi com certeza montado depois de 1874, pois havia uma dúvida quanto ao real ponto em que ela seria instalada. Por isso, é certo que na inauguração do primeiro trecho, em 1874, o trem partiu de uma plataforma provisória de madeira, construída às pressas, num ponto da Voluntários da Pátria que pode não ter sido o mesmo da construção final do prédio. Ele acabou sendo demolido em 1898 (nota: J. R. de Souza Dias dá essa data, erroneamente, como sendo em 1929). Pelo menos uma de suas janelas foi então removida para São Leopoldo, e nessa estação foi colocada como parte da ampliação desta estação. No mesmo ano foi aberta uma estação maior, de alvenaria mais ou menos na mesma área, se não no mesmo local, da estação original. A frente também dava para a Voluntários, e era
ACIMA: O pátio da estação de Porto Alegre, o "Castelinho", com as linhas, em 1915 (Esquema apresentado no "Molitor Report", publicado nesse ano pela Brazil Railway Co.).
recortado, com dois andares mais uma torre. No térreo, "à direita a bilheteria e um quarto de bagagem; à esquerda o buffet, a sala para senhoras e o toilette." A descrição do prédio é de 1907, de um relatório de entrega da já criada VFRGS ao Governo Federal. Somente para conferência de local, num mapa do Guia Levi de janeiro de 1970, essa segunda estação, apelidada de Castelinho, por causa de sua torre, é mostrada nessa mesma área, com frente para a rua Garibaldi (e o mapa também mostra que os trilhos avançavam para bem depois da estação, seguindo pelas avenidas Mauá e Guaíba até o final da rua Coronel Genuíno). A estação foi desativada e demolida em 1969/70, pois sobre ela passou o viaduto da Conceição. Nos Guias Levi de 1940 até 1944, a estação inicial da linha é citada como sendo Ildefonso Pinto - que a partir de 1927, quando foi inaugurada, era a estação inicial da E. F. do Riacho - seguida da de Porto Alegre, mas sempre com trens diferentes - ou seja, o trem que partia da primeira não parava na segunda (Porto Alegre) e vice-versa. Da mesma forma, não davam a distância de uma para a outra, e a de Porto Alegre era citada como sendo a km 0.
Clique aqui para continuar lendo
VIAGEM DE TREM: CURITIBA / MORRETES / PARANAGUÁ

26 Jan 2009 07:18 pm
por: André Alécio
Uma das mais famosas e belas viagens de trem do Brasil, em uma ferrovia que é considerada uma obra prima da engenharia, com muitas pontes, túneis e viadutos que vão passando pelo meio da mata atlântica num dos locais onde ela esta mais preservada no país.
Trem
Estivemos fazendo no inicio de janeiro de 2009 esta tão falada viagem de trem, e pudemos constatar que realmente é muito bela. Com paisagens de encher os olhos, com muita mata, montanhas, cachoeiras e mirantes que se enxerga ao longe. Quando o trem passa pelos túneis e pelas pontes, a emoção fica maior, mas o ponto alto do passeio com certeza é quando o trem passa pela Ponte São João, com cerca de 55 metros de altura onde ao lado esquerdo se tem uma vista sensacional de toda a região de Paranaguá e Morretes, e também quando o trem passa pelo Viaduto Carvalho onde o passageiro tem a sensação de estar voando , pois é bem alto o abismo ao lado esquerdo do trem.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Quer comprar uma estação de trem?

Estrada de ferro Curitiba-Paranaguá, com vista do complexo Marumbi.
Isso mesmo!
“O governo federal está leiloando imóveis da extinta Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA) para recompor cerca de R$ 2,1 bilhões do orçamento dos ministérios da Educação, Ciência e Tecnologia, e Cultura.” (fonte: Gazeta do Povo, 08/05/09)
Não dá pra acreditar, mas é verdade!
O governo federal está leiloando, para qualquer pessoa física interessada, todas as antigas instalações da extinta RFFSA (incluindo barracões, oficinas e até pontes!).
E segundo matéria publicada na Gazeta do Povo ( http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=884431&tit=Imoveis-da-RFFSA-vao-recompor-orcamento), este leilão já chegou ao Paraná.
O que me chama a atenção é o modo como isto está sendo ‘vendido’…Ah, vamos justificar que a verba é para a educação, porque sabemos que vai ter gente caindo de pau pra cima de nós! …Isto, ou coisa parecida, deve ter sido falado durante as reuniões do governo federal para iniciar esta manobra tão devastadora para nosso patrimônio histórico, arquitetônico e cultural.
Para os que não conhecem ou não lembram da RFFSA, posso citar, pelo menos aquí no Paraná, que esta foi ’concedida’ para a ALL, por volta de 2001 ou 2003 (não me recordo exatamente a data). Não conhecí as medidas que levaram a isso e nem procurei, na época, informações mais apuradas sobre o porquê, ou como essa coisa toda aconteceu.
Mas lembro muito bem quando era moleque, e fazia minhas caminhadas pela Serra do Mar, principalmente na trilha do Itupava (na época ainda não recuperada com as pontes de madeira e trilhas largas) que as estações que a RFFSA possuia na antiga estrada de ferro Curitiba-Paranaguá tinham um bom cuidado e manutenção.
Estação N. Sª do Cadeado.
Podia-se caminhar e ver a casa do Ipiranga, com todos seus móveis de época, raríssimos, casa esta que foi visitada por D. Pedro I. Podia-se avistar a roda-d’água do Ipiranga, funcionando. Podia-se ver a Estação da N. Senhora do Cadeado, sem as pichações que estão lá…ou a Estação do Véu de Noiva, praticamente intacta.
Porém, logo que foi anunciado o controle das atividade ferroviárias pela ALL no Paraná, tudo, praticamente tudo foi sendo destruído. Não sei exatamente o porquê. Sei que o ser humano é um bicho f.d.p. e cheguei a ver pequenos delinquentes bebendo, fumando crack e quebrando as coisas lá, mas isso não vem ao caso. Delinquentes existiam também nos tempos da RFFSA e, nem por isso, tudo estava abandonado e destruído.
O que ouvi falar, e isso nunca tive confirmação, é que a RFFSA mantinha funcionários residindo nas antigas estações, alguns com família, filhos. E isto seria o fator de inibição das atividades dos vândalos de plantão. Porém, quando a ALL assumiu, simplesmente retirou esses funcionários de lá e não colocou nenhum tipo de segurança nas estações. Não é de se espantar que tudo viesse abaixo.
Aí coloco a minha interposição: Porque o governo federal, na época da concessão dos serviços ferroviários para a ALL, não colocou como obrigação o zêlo pelo nosso patrimônio histórico?
Resposta: Para leiloar a “sucata” que resta hoje, com a justificativa que serão arrecadados cerca de 2 bilhões para a educação…
Triste.
Retirado do blog:
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://herstal1910.files.wordpress.com/2009/05/trem-2.jpg&imgrefurl=http://herstal1910.wordpress.com/2009/05/08/quer-comprar-uma-estacao-de-trem/&usg=__dkPULGvThBVKDgNq2uGd2TcAXHQ=&h=600&w=801&sz=149&hl=pt-BR&start=3&tbnid=PXx1qSm-8C-QRM:&tbnh=107&tbnw=143&prev=/images%3Fq%3Dtrem%2Besta%25C3%25A7%25C3%25B5es%2Babandonadas%2Bno%2Bbrasil%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
O TREM EM PIRASSUNUNGA
Companhia Paulista de Estradas de Ferro
The Cordeiropolis - Descalvado Branch of Companhia Paulista
A idéia de se fundar uma companhia particular para construir uma estrada de ferro em São Paulo surgiu em 1864, quando a São Paulo Railway, que ligava Santos a Jundiaí, alegando dificuldades impostas pela Guerra do Paraguai, declarou-se impossibilitada de prolongar seus trilhos até Campinas, conforme projetos e concessões que possuía.
Em 16 de dezembro de 1867, um grupo de fazendeiros, negociantes e capitalistas reuniu-se com o conselheiro Joaquim Saldanha Marinho, presidente da província de São Paulo, e decidiu fundar a Companhia Paulista de Estrada de Ferro.
Muitos anos passaram e a Companhia Paulista deixou de existir. Os municípios de Descalvado, Pirassununga e Santa Cruz das Palmeiras possuem apenas as estações e alguns vestígios deste grande empreendimento ferroviário.
Aqui encontram-se alguns pontos da extinta ferrovia, agonizando após a remoção dos trilhos em 1997/98. Alguns trechos acham-se cobertos pelo mato, outros modificados, estão sendo atingidos pelas expansões das cidades, e, um dia, ficarão perdidos para sempre...
Caro leitor,
vale a pena conhecer esse blog
The Cordeiropolis - Descalvado Branch of Companhia Paulista
A idéia de se fundar uma companhia particular para construir uma estrada de ferro em São Paulo surgiu em 1864, quando a São Paulo Railway, que ligava Santos a Jundiaí, alegando dificuldades impostas pela Guerra do Paraguai, declarou-se impossibilitada de prolongar seus trilhos até Campinas, conforme projetos e concessões que possuía.
Em 16 de dezembro de 1867, um grupo de fazendeiros, negociantes e capitalistas reuniu-se com o conselheiro Joaquim Saldanha Marinho, presidente da província de São Paulo, e decidiu fundar a Companhia Paulista de Estrada de Ferro.
Muitos anos passaram e a Companhia Paulista deixou de existir. Os municípios de Descalvado, Pirassununga e Santa Cruz das Palmeiras possuem apenas as estações e alguns vestígios deste grande empreendimento ferroviário.
Aqui encontram-se alguns pontos da extinta ferrovia, agonizando após a remoção dos trilhos em 1997/98. Alguns trechos acham-se cobertos pelo mato, outros modificados, estão sendo atingidos pelas expansões das cidades, e, um dia, ficarão perdidos para sempre...
Caro leitor,
vale a pena conhecer esse blog
Assinar:
Postagens (Atom)